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Fio de Contas Parte I
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Fio de Contas Parte I
Estudo

FIO DE CONTAS/CORDÃO DO SANTO/GUIA DE CONTAS – uso e necessidade (PARTE l)

É comum o seu uso como elo de ligação da pessoa que a detém e usa, junto a sua entidade guia ou a corrente do orixá que lhe orienta a vida na terra. Não é de uso exclusivo do médium de umbanda, tendo em vista que pode também ser usado pelo filho de fé da religião.

Porém, por ser um objeto de uso em ideia de rito ou de ligação com o sagrado e o divino, através de seus intermediários, natural que se tenha o uso, com o máximo das questões do respeito e reserva, sem que se faça exposição indiscriminada da guia. Recebe a força vibracional de consagração, muitas vezes sendo feita pelo orientador da casa de umbanda, mas o filho de fé, em sua autonomia, pode (porque lhe é facultado esse arbítrio) prover ideia de rito próprio, seguindo os preceitos regimentais da magia de umbanda.

Outro aspecto da guia é de servir de PONTO DE FORÇA onde será canalizado eventuais negativismos que o médium pode receber durante uma sessão de umbanda, pois como bem sabemos, em uma reunião/rito de umbanda (e inclusive também em reunião espírita) não se avolumam apenas os bons espíritos, os que são desviados ou ainda presos na retidão do breu, se fazem presentes vibrando a ignorância.

Mas engana-se o filho de fé que comenta que a sua guia é a mais poderosa, porque a guia em sí ou a sua forma de uso, é encontrada em varias culturas, a exemplo o católico e seu cordão/corrente com a imagem de Jesus, ou a carola com seu terço, ou o protestante com sua bíblia. Onde depositamos então a fé, aquilo se torna nosso “amuleto” e também elo de ligação com o sagrado e o divino.